3 Séries de BRUXAS para Bruxas

#1 – CHARMED

A história gira em torno de 3 irmãs, que possuem poderes mágicos e especiais e claro, muitos feitiços falados tão poderosos que irá aguçar seu desejo em criar essas “Formulas Faladas”…
• ponto negativo: muito efeito especial – embora necessário.
• Ponto em cima do muro: essa uma série que tem uma pegada meio wicca em alguns conceitos, mas que evidencia que bruxa não precisa ser  iniciada, que bruxa não precisa adorar deuses, que bruxa é bruxa porque ela é e pronto…
• ponto positivo: Fala sobre ancestralidade (a fonte do poder das bruxas para quem não sabe.), a importância da família, a união e o companheirismo e que no fim o amor sempre vence né mores.

#2 – As Aventuras Sombrias de Sabrina

Conta a história original de Sabrina Spellman, como era para ser desde o principio… fala sobre um tipo de “Bruxaria” antes da “Bruxaria Moderna” com uma sacada fenomenal, para apontar desvios sociais… sala sobre misoginia, feminismo, empoderamento, transgeneros, minorias…
• ponto negativo: O Salem não fala..
• ponto em cima do muro: bruxas pertencem a grupos, clãs, não são propriedades de uma religião – assim existem bruxas de todos os tipos, desde as Cristãs, as Satanistas… porque a bruxa escolhe sua religião… mas aqui, deveriam ter forçado mais isso, de que a série é pra todos, mas fala sobre uma bruxaria que vem antes da “Bruxaria Moderna” que a bruxaria moderna nega tudo isso, ou diz que não existe, e também não enxerga um palma a frente do nariz. Porque escolhi esse ponto para ficar em cima do muro? Simples: não é um Documentário, embora tem gente que ache…
• ponto positivo: existem poucas series que abordam tantas mitologias, é provável que a equipe de consultoria seja especializado no nosso mundo.

#3 – HemLock Grover

Fala sobre dois rapazes, e de como o mundo deles é diferente, mas e eles buscam formas de viver nessa sociedade. Podemos ver de tudo aqui, brigas entre famílias, amores impossíveis, e claro, mistérios.
• ponto negativo: a falta de profundidade nas estórias, me lembra ate Zibia Gaspareto – enrola, enrola, mas fecha a trama.
• ponto em cima do muro: não existe alguém realmente ruim, ou bom, como é costumeiro em uma série – no caso, o bem lutando contra o mal… nessa série, é evidenciado que o bom pode ser ruim, e o ruim pode ser mal.
• ponto positivo: a série gira em torno e tem como premissa a cultura cigana, então é visto muitos detalhes dessa comunidade, sem o misticismo e exoterismo da atualidade. Tem de tudo: vampiros, ciganos, videntes.. encaixados, e alinhados, ou seja, coexistindo… e o melhor, a magica é sutil, e os efeitos convencem.

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